Rede de internet 5G é ampliada para alcançar 92% da população
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta quarta-feira (24), um alerta laranja de baixa umidade para quase todo o estado de São Paulo. O alerta laranja indica uma situação de perigo, crítica ou de alto risco para uma determinada condição climática.
De acordo com o Inmet, desde o meio-dia de hoje, a umidade relativa do ar no estado de São Paulo pode variar entre 20% e 12%, indicando situação de risco para a população. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a situação é de alerta quando a umidade relativa do ar cai para menos de 30%.
Na capital paulista, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 40% e 30%, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE). “Alerta-se ainda que o tempo seco e estável dificulta a dispersão de poluentes, além de favorecer a formação de queimadas, o que prejudica a qualidade do ar”, informou o órgão.
De acordo com o CGE, o mês de julho registrou apenas 47 milímetros (mm) de chuva até o momento na capital paulista, volume pouco acima da média histórica para o mês, que é em torno de 41,4 mm.
Por causa da baixa umidade do ar, o Inmet aconselha a população paulista a aumentar sua hidratação, ingerindo água, suco natural ou água de coco.Outras dicas são fazer refeições leves, preferindo frutas e legumes, e usar soro fisiológico para hidratar as vias áreas.Também é importante evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia.
Edição: Nádia Franco
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As matérias abrangem conteúdos relacionados aos seguintes temas: meio ambiente, filosofias da ciência e da tecnologia, ética, escrita acadêmica em inglês e produção de gêneros acadêmicos.
Estudantes dos cursos de mestrado e doutorado das universidades estaduais de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) podem se inscrever, até 31 de julho, em seis disciplinas complementares ofertadas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). As matérias abrangem conteúdos relacionados aos seguintes temas: meio ambiente, filosofias da ciência e da tecnologia, ética, escrita acadêmica em inglês e produção de gêneros acadêmicos.
Denominado de Disciplinas Transversais, a participação das universidades ligadas ao governo estadual foi articulada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). O projeto contribui para a troca de experiências entre professores e estudantes e a melhoria contínua dos diferentes programas de pós-graduação envolvidos no projeto.
Os estudantes podem se matricular nas matérias por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da instituição à qual são vinculados. As aulas serão ministradas por professores da UFPR e por docentes convidados de universidades públicas e privadas na modalidade de ensino a distância (EaD), com encontros ao vivo e registro de presença pela plataforma Moodle, disponível depois que o aluno fizer a matrícula.
As disciplinas de Filosofias da Ciência e da Tecnologia e Escrita Acadêmica em Inglês, por exemplo, contam, respectivamente, com docentes da Unioeste e Universidade Federal de Minas Gerais, e de duas universidades americanas, Universidade de Oklahoma e Universidade do Arizona. A primeira disciplina irá abordar as principais discussões no campo da filosofia sobre a produção científica e os reflexos dessa atividade na sociedade.
Já a segunda tratará sobre técnicas fundamentais para a escrita de artigos científicos na língua inglesa, com o uso de modelos e exemplos práticos.
As demais disciplinas irão abordar os princípios legais a respeito do uso da biodiversidade brasileira em pesquisas, como conservação e uso sustentável; o estudo de conceitos que envolvem a relação da humanidade com o meio ambiente, tendo em vista a evolução de políticas ambientais, a urbanização e as mudanças climáticas; os valores éticos e discussões que envolvem a pesquisa científica e as repercussões sociais da atividade; e as técnicas de produção de textos acadêmicos, contemplando assuntos como linguagem, organização e revisão.
O coordenador de Ensino Superior na Seti, Fabiano Gonçalves, destaca a importância da iniciativa para a formação acadêmica de estudantes de programas de pós-graduação das universidades estaduais. “As disciplinas transversais viabilizam que professores que dominam uma determinada área possam oferecer essa experiência para estudantes de todo o Estado, o que integra docentes e estudantes e contribui para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia no Paraná”, afirma.
Ao todo, são nove disciplinas ofertadas no projeto de maneira alternada em cada um dos semestres letivos. O aproveitamento dos créditos obtidos com a realização das matérias não é automático e fica a critério do colegiado de cada programa de pós-graduação vinculado.
Serviço:
Projeto Disciplinas Transversais – 2º Semestre de 2024
Inscrições: até 31 de julho
Público: estudantes de mestrado e doutorado
UEM
Responsável: Luciane Menchon Moura (agente universitária)
Telefone: (44) 3011-4364
E-mail: dpgapoiopos@gmail.com
UEPG
Responsável: Simone de Fatima Flach (diretora de pós-graduação)
Telefone: (42) 3220-3261
E-mail: dpg@uepg.br
Unicentro
Responsável: Andressa Galli (diretora de pós-graduação)
Telefone: (42) 3621-1378 / (42) 3629-8313
E-mail: propesp@unicentro.br
Unioeste
Responsável: Larissa Inês Squinzani (agente universitária)
Telefone: (45) 3220-3039
E-mail: prppg.transversal@unioeste.br
Ao todo, desde o início deste período epidemiológico, em 30 de julho de 2023, são 933.146 notificações, 587.701 casos confirmados e 571 mortes em decorrência da dengue no Estado.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (23) o novo boletim semanal da dengue. O Paraná registrou mais 8.995 casos da doença e 22 óbitos. Ao todo, desde o início deste período epidemiológico, em 30 de julho de 2023, são 933.146 notificações, 587.701 casos confirmados e 571 mortes em decorrência da dengue.
Os 22 novos óbitos ocorreram entre 19 de fevereiro e 26 de junho deste ano. São 14 homens e oito mulheres com idades entre 58 e 94 anos. As mortes foram registradas em Guaratuba, Pato Branco, Francisco Beltrão (4), Foz do Iguaçu, Cafelândia, Cascavel (2), Santa Lúcia, Cianorte, Japurá, Maringá (2), Apucarana (2), Lupionópolis, Porecatu, Abatiá e Cornélio Procópio (2).
A Regional de Saúde de Londrina possui mais casos confirmados em números absolutos, com 77.760 diagnósticos, seguida pelas regionais de Cascavel, com 67.865, e de Francisco Beltrão, com 61.285. Os três municípios que mais contabilizam casos são Londrina (39.883), Cascavel (32.283) e Maringá (23.157).
Em relação aos óbitos, a Regional de Saúde de Londrina soma o maior número, com a morte de 97 pessoas. Na sequência estão as regionais de Cascavel, com 84, e de Francisco Beltrão, com 80.
Chikungunya e zika também são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e as informações sobre essas doenças constam no mesmo documento. Neste período houve o registro de três novos casos de chikungunya, somando 215 confirmações e 1.906 notificações da doença no Estado. Não há casos confirmados de zika vírus – o boletim registra 145 notificações no Paraná.
INFESTAÇÃO PREDIAL – A Sesa divulgou também o novo boletim de infestação predial (AQUI) que apresenta o levantamento entomológico para o Aedes aegypti. O Paraná tem 376 municípios infestados, representando 94,2% do Estado.
No período de 1º de maio a 30 de junho, dos 399 municípios do Paraná, 19 estavam classificados em situação de risco de epidemia, 144 em alerta e 117 em situação satisfatória para o IIP (Índice de Infestação Predial). Outros 112 não enviaram informações ou não realizaram o monitoramento. A cidade com maior índice de infestação predial é Santa Helena, no Oeste, com IIP de 11,9%.
Confira o Boletim Semanal completo AQUI. Mais informações sobre a dengue estão neste LINK.
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O Brasil conta com recursos vindos da taxação de grandes fortunas, os chamados super-ricos, para financiar iniciativas da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. A afirmação foi feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quarta-feira (24), durante o pré-lançamento da iniciativa, no Rio de Janeiro. A Aliança é uma das prioridades da presidência brasileira do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana).
“Ao redor do mundo, os super-ricos usam uma série de artifícios para evadir os sistemas tributários. Isso faz com que no topo da pirâmide, os sistemas sejam regressivos e não progressivos [quando mais ricos pagam menos impostos]”, afirmou.
O ministro da Fazenda citou um estudo do economista francês Gabriel Zucman, feito a pedido do Brasil, que estima uma arrecadação de até US$ 250 bilhões por ano, caso bilionários fossem taxados em 2% das riquezas.
“É aproximadamente cinco vezes o montante que os dez maiores bancos multilaterais dedicaram ao enfrentamento à fome e à pobreza em 2022”, comparou Haddad.
Segundo o ministro, a Aliança Global parte da premissa de que a comunidade internacional tem todas as condições para garantir a todos condições dignas de vida. “O que tem faltado é vontade política”. O ministro explicou que a Aliança será “agente catalizador dessa vontade”.
“É imperativo nos mobilizarmos para aumentar os recursos disponíveis internacionalmente, direcionados a enfrentar a fome e a pobreza. Precisamos buscar inovações em instrumentos de financiamento para o desenvolvimento”, pediu o ministro. Ele citou parcerias público privadas e reformas de bancos multilaterais.
Articulação de recursos
Haddad defendeu também que haja a articulação de recursos provenientes de bancos multilaterais de financiamento ao desenvolvimento, como o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), além da facilitação de acesso a recursos, promovida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Haddad citou o mecanismo de canalização do Direito Especial de Saque (DES), que possibilita que países obtenham recursos com o FMI.
O presidente do BID, o brasileiro Ilan Goldfajn, e o presidente do Banco Mundial, o indiano Ajay Banga, participaram do evento de pré-lançamento e manifestaram apoio institucional à iniciativa.
Goldfajn afirmou que o BID está comprometido a erradicar a pobreza extrema na América Latina até 2030.
Ajay Banga, do Banco Mundial, não informou quanto o banco aplicará no combate à fome, mas afirmou que será “parceiro líder” na Aliança Global. O indiano informou ainda que o banco se esforçará para que ações de financiamento cheguem a meio bilhão de pessoas até 2030.
Outra frente de ação do Banco Mundial é por meio de investimento na agricultura de países africanos. “Com investimentos em fertilizantes e irrigação, podemos ajudar pessoas a produzir mais”.
Proposta endossada
A Aliança Global consiste em um conjunto de medidas que visam canalizar recursos e trocas de experiência para erradicar a insegurança alimentar no mundo.
Apesar de ter sido lançada no ambiente do G20, a iniciativa é aberta a países de fora do grupo, além de organismos internacionais. Nesta etapa, acontece a formalização dos termos e abre-se caminho para a adesão de países interessados.
Durante o evento desta quarta-feira, países-membros do G20 endossaram os termos da proposta brasileira.
“Essa é uma aprovação histórica. Se concluída, altera a vida de milhões de pessoas no mundo”, celebrou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
O endosso na reunião desta quarta-feira não significa que os países aderiram ao compromisso. De acordo com o ministro Dias, países que aderirem precisam tratar o combate à fome como política de Estado, estabelecer metas e levar em consideração experiências bem-sucedidas em outros países, como programas de transferência de renda e alimentação escolar.
O lançamento final da Aliança Global deve ser concluído na reunião de cúpula do G20, nos dias 18 e 19 de novembro, também no Rio de Janeiro.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que a Aliança Global “responde a anseios das populações dos países e expectativas das sociedades”.
“Os olhos do mundo estão sobre nós. Não podemos fracassar nesse processo”, declarou.
Mapa da Fome
O lançamento foi no Galpão da Cidadania, aos pés do Morro da Providência, no Centro do Rio de Janeiro. O endereço é sede da organização não governamental (ONG) Ação da Cidadania, fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza. A ONG é referência no combate à fome, tendo criado a campanha Quem Tem Fome Tem Pressa.
Horas antes do pré-lançamento da Aliança Global, também no Galpão da Cidadania, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou a atualização do relatório sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial. De acordo com o documento, entre 713 milhões e 757 milhões de pessoas podem ter enfrentado a fome em 2023 – uma em cada 11 pessoas no mundo.
No Brasil, entre 2022 e 2023, a insegurança alimentar severa cai de 8% para 1,2% da população. Em números absolutos, passou de 17,2 milhões para 2,5 milhões de brasileiros.
Pela metodologia da FAO, a insegurança alimentar severa é quando a pessoa está de fato sem acesso a alimentos e passou um dia inteiro ou mais sem comer.
Segundo a diretora executiva do Fundo da ONU para a Infância (Unicef), Catherine Russell, a Aliança Global proposta pelo Brasil é um dos meios para direcionar recursos a fim de combater a fome no mundo.
Edição: Aline Leal
A ação da Portos do Paraná que mobilizou universitários, moradores da região e empresas parceiras ocorreu na semana do Dia Mundial de Conservação dos Manguezais, celebrado em 26 de julho. Na sexta-feira (26), haverá um outro mutirão, desta vez na Ponta da Pita, em Antonina.
A Portos do Paraná recolheu 615 quilos de resíduos durante o mutirão de limpeza no Trapiche do Rocio, em Paranaguá, nesta terça-feira (23). Participaram da ação alunos da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), representantes da Associação de Moradores do Rocio e do Governo do Paraná, além das empresas Pavi Serviços Ambientais e da Cia Ambiental.
O mutirão aconteceu na semana em que se comemora o Dia Mundial da Conservação dos Manguezais, celebrado em 26 de julho. “Os mangues são ecossistemas extremamente importantes para o estuário aqui de Paranaguá, afinal, eles são os berçários de diversas espécies. No entanto, os manguezais também são muito frágeis e, por isso, é importante fazer estes mutirões de retirada de resíduos, que impactam na fauna e flora locais”, explicou a bióloga da Portos do Paraná, Jaqueline Dittrich.
Do total de 615 quilos de resíduos, 543,04 quilos foram de produtos como plásticos e garrafas de bebidas alcoólicas. Também foram removidas peças de roupas e calçados. “A maioria dos materiais que a gente encontrou não foi descartada aqui. Eles vêm de diversas partes do país e acabam parando aqui”, explicou a gestora ambiental da PAVI, Raphaela Caetano.
Equipamentos de segurança e sacos de lixo foram distribuídos entre os participantes durante a ação, que é realizada semestralmente pela empresa pública e faz parte das medidas compensatórias dos portos paranaenses. “A gente está sempre junto, porque é muito importante para quem mora em uma região de risco, como é a nossa. A sujeira do mangue é muito ruim para a gente”, explicou a presidente da Associação de Moradores do Rocio, Maria Guilhermina.
Entre os voluntários da Unespar, esteve o universitário de ciências biológicas Victor Hugo Santopietro, que participou pela segunda vez do mutirão. “Desde pequeno a gente aprende a dar valor à sustentabilidade, ao que a natureza é e o papel dela em todas as formas de vida, não só as nossas. Então, estar aqui ajudando o meio ambiente é um privilégio”, comentou Santopietro.
ANTONINA – Nesta sexta-feira, 26 de julho, a Portos do Paraná realiza outro mutirão de limpeza, desta vez na Ponta da Pita, em Antonina, a partir das 13 horas.
Em novembro de 2023 houve o mutirão de limpeza na Ilha do Mel. Com apoio da população local, foram recolhidos 910,9 quilos de resíduos, sendo 885,7 apenas de garrafas de vidro e o restante de isopor, rejeitos e outros materiais.
Já em março deste ano, a Portos do Paraná, em conjunto com a Prefeitura de Antonina, reuniu dezenas de pessoas no mutirão de limpeza dos manguezais e no combate à dengue, na cidade. Ao todo, 560 quilos foram recolhidos da região, incluindo plástico, sucata, vidro e até um pneu que foi removido com auxílio de um gancho.
aen.pr.gov.br/
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) não prevê alterações na operação de segurança para a aplicação das provas do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), em 18 de agosto, diante da operação-padrão dos servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), iniciada na segunda-feira (22).
Em geral, operações desse tipo são caracterizadas em atividades administrativas com rigor excessivo, o que pode causar morosidade na prestação de serviços. A operação-padrão ocorre após impasse entre o governo federal e os servidores do órgão sobre as negociações em relação ao reajuste salarial da categoria e a reestruturação de carreiras.
Em resposta à Agência Brasil, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que a coordenação-geral do concurso unificado está em contato com a Abin para questões relacionadas ao certame. “Não há indicativo de qualquer modificação na operação que garanta a segurança na realização do CPNU”, disse o ministério.
A pasta ainda frisou que coordena a rede de segurança do processo seletivo, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp), e que conta com os efetivos da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Força Nacional (FN), das secretarias de Segurança Pública estaduais, da Fundação Cesgranrio e dos Correios, além dos profissionais da Abin, na composição da rede.
O sindicato da categoria dos oficiais e técnicos do órgão discorda do posicionamento do MGI sobre possíveis alterações na logística do processo seletivo, com a operação-padrão, conforme declaração da União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) à reportagem da Agência Brasil. “A Abin ajuda na segurança e inviolabilidade das provas, além das questões de logística e fornecendo conhecimento sobre eventos e situações que podem interferir no processo”, explica.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e as entidades representativas dos servidores da Abin se reuniram na quinta-feira (18) para uma rodada de negociações das reivindicações de reestruturação das carreiras.
O MGI informou ter apresentado proposta de reajuste salarial que prevê ganhos acumulados de 14,5% a 25,3%, de 2023 a 2026. “O governo segue com as negociações buscando atender as reivindicações de reestruturação das carreiras de todos os servidores federais, respeitando os limites orçamentários. Até agora, já foram 22 acordos assinados com diferentes categorias”, explicou o MGI diante da discordância dos oficiais e técnicos de inteligência em relação a alguns pontos expostos na mesa de negociações.
Em nota, a Intelis relatou que o governo federal ignorou os problemas apontados pela categoria e reclamou da não recomposição salarial, em 2025, para os servidores da base, além da proposta federal para os servidores do topo da carreira da Abin de terem reajuste de 9,5%, em 2025, e 5%, em 2026.
No mesmo documento, a Intelis anunciou a operação-padrão das atividades da Abin. “Sentimos muito pela população brasileira, a quem não conseguiremos mais garantir a segurança e atender nas mais diversas áreas em que atuamos, mas chegamos a um ponto de não retorno, em que sabemos que o órgão não resistirá a um terceiro episódio de descolamento frente às demais carreiras.”
Uma nova reunião para continuidade das negociações está marcada para a tarde desta quarta-feira (24), na sede do ministério, em Brasília.
Edição: Fernando Fraga – – agenciabrasil.ebc.com.br/
Estiagem leva o Acre a decretar emergência ambiental
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